terça-feira, 12 de julho de 2016

Sopro fauna, sopro flora

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: Disponível)

Voa natureza.
Voa natureza.
Mas que beleza,
ter você por perto.

Soprar seu aroma,
pelo meu corpo folheado.
Estrelar minhas noites, floridas com muito bioma.
Ora sabiá, que gosta de assobiar.
É 'pêlo' quem te escreve, a natureza.
Que guia a destreza de sua nobreza.

Sou a mata.
Que não mata.
Sou o mar.
Que não acaba.
Sou o céu.
Longe de ser o réu,
de meus desastres.

Sou eu mesma.
Que plano no ar.
Colho os frutos da terra.
De humanos.
Que me desmatam.
Sem fazer planos.

Produção: 11 de Julho de 2016.

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