sábado, 30 de julho de 2016

"Certão"

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: Divulgação)

Seu Chico, seu Chico.
Meu grande amigo do sertão.
Da bota bunita e com toda essa solidão.
Por quê tanto assovias?
Deitado nessa terra batida,
onde perambulam vidas.

"Meu capim é de querubim.
Minha lua sopra estrelas.
E meu povo, meio metido a besta,
é o que guardo pra mim".

Ta certo, ta certo.
Mas e essa vegetação?
Não parece ser de sertão!?

"Não mesmo companheiro!".

É de onde então?

"É de onde sai a poeira,
que serve de inspiração,
pra minha poesia faceira.
Aquela que mora na minha cidade com muita paixão.
E lhe digo o nome dela!".

Pois diga!

"Ela vem e faz rima e faz prosa,
além de ser milagrosa,
define minha vontade em escrever com amor e paixão.
O nome dela é Poemão.
Cuja rima deixo grafada no seu coração".

Produção: 28 de Julho de 2016.

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