sábado, 17 de setembro de 2016

Aflição noturna

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: Divulgação)

No silêncio da pista.
Esperando igual lixeira o ônibus passar,
é a única saída.
Pior é pra quem tem que cuidar de toda uma família.

Sim, cai o rosto morgado.
Acuado e com medo.
1:20 e se foi o último ônibus a passar.
Pura angústia, 
de conseguir o habeas corpus pra se livrar desse radar,
que norteia o destino da minha rima.

Assim como, capta os passos, de parada em parada.
Essa é a sina.

Produção: 4 de Setembro de 2016.

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