quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Roça

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

O mato que não mato,

faz do meu ar,

de aroma nato,

ficar estupefato,

com verde pra todo lado.


Minha roça vira simplicidade,

frutifica a prosa na porteira,

de uma onipresente coceira.

Para no fim da tarde,

sanar os problemas,

com um banho de mangueira.

Produção: 25 de janeiro de 2018.

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